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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Microcefalia, Eugenia e Aborto.

padre

Por Padre Paulo Ricardo

Muito antes de juristas brasileiros virem em defesa do aborto de microcefálicos, Adolf Hitler já os tinha incluído em seus programas de extermínio.

Não é novidade o pedido que alguns juristas e acadêmicos de Direito farão à Suprema Corte brasileira, requerendo um suposto “direito ao aborto” de crianças com microcefalia. Na década de 1930, na Alemanha, o programa nazista de extermínio de crianças deficientes (a Kinder-Euthanasie) incluía, entre as doenças genéticas passíveis de execução, a síndrome de Down, a paralisia, a hidrocefalia e, também, a microcefalia [1]. A princípio, o objetivo era matar as crianças com até 3 anos de idade. Mais tarde, o plano de Adolf Hitler se estenderia também aos adultos.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

O que o aborto tem a ver com o "casamento" gay?

Por Ryan T. Anderson

Na última semana, muitos de nós ficamos indignados ao saber que a Planned Parenthood está coletando e vendendo membros de crianças abortadas. Como a maior realizadora de abortos dos EUA, Planned Parenthood é parte do problema, no campo da "oferta". Mas, como aprendemos, nas leis da economia há dois lados, oferta e procura. O que está por trás da procura por aborto? O principal fator é o colapso da família. E a decisão da Suprema Corte que redefiniu o conceito de casamento está apenas nos levando adiante nesse caminho, colocando cada vez mais nascituros em risco. Afinal, redefinir o casamento redefine a paternidade.

Os melhores protetores de nascituros são uma forte cultura matrimonial e pessoas que levam a sério a virtude da castidade. Mas a nova visão comum de casamento o reduz a um mero contrato e torna mais difícil a promoção de uma cultura da castidade. E, como explico em meu novo livro, sem uma cultura de castidade, nós nunca teremos uma cultura pró-vida.