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sexta-feira, 1 de maio de 2015

São José Operário









        São José o Castíssimo Esposo de Maria Santíssima e pai adotivo de Nosso Senhor Jesus vêm das Escrituras. Casou-se com Maria por volta de 30 anos de idade e, por seu caráter, foi escolhido a dedo por Deus para guardar a virgindade de nossa Mãe Maria Santíssima. 
          Diz-se também que morreu aos 60 anos de idade, antes do início da vida pública de seu Filho Jesus Cristo. Foi Carpinteiro, tanto que, em Nazaré, perguntaram em relação a Jesus, "Não é este o filho do carpinteiro?" (Mateus 13,55). Apesar de seu humilde trabalho e suas condições,São José veio de uma linhagem real. 
         São Lucas e São Mateus dão genealogia de São José, ambos marcam sua descendência a partir de Davi, o maior rei de Israel (Mateus 1,1-16 e Lucas 3,23-38). Realmente o anjo que primeiro conta a São José sobre Nosso Senhor Jesus o saúda como "filho de Davi," um título real usado também para Nosso Senhor Jesus. Sabemos que São José foi um homem Justo. 
            Quando ele soube que Maria estava grávida, não era dele mas desconhecia, até então, que ela estava carregando o Filho de Deus. Ele planejou separar-se de Maria de acordo com a lei, mas temeu pela segurança e o sofrimento dela e do bebê. Ele sabia que mulheres acusadas de adultério poderiam ser apedrejadas até a morte, então ele decidiu deixá-la silenciosamente e não expor Maria a vergonha ou crueldade (Mateus 1,19-25). 
            Sabemos que São José temente e firme na fé, obediente a tudo o que Deus pedisse a ele sem preocupar-se com os resultados. Quando o anjo apareceu a José em um sonho e contou-lhe a verdade sobre a criança que Maria estava carregando, São José imediatamente e sem questionar torne seu guardião. Quando o anjo reapareceu para dizer-lhe que sua família estava em perigo, ele imediatamente deixou tudo o que possuía, todos os seus parentes e amigos, e escapou para um país estranho, desconhecido, com sua jovem esposa e o bebê. Ele aguardou no Egito sem questionar até que o anjo disse a ele que já era seguro retornar (Mateus 2,13-23). 
         Sabemos que São José amava Jesus. Sua única preocupação era com a segurança desta criança confiada a ele. Ele não apenas deixou seu lar para proteger Jesus mas na ocasião de seu retorno fixou residência na obscura cidade de Nazaré sem temer por sua vida. 
           Quando Nosso Senhor Jesus ficou no Templo, São José (junto com Maria) procurou por ele com grande ansiedade por três dias (Lucas 2,48). Sabemos também que São José tratava a Nosso Senhor Jesus como seu próprio filho tanto que as pessoas de Nazaré constantemente repetiam com relação a Nosso Senhor Jesus, "Não é este o filho de José?" (Lucas 4,22) Ele levava sua família a Jerusalém todo ano para a Páscoa, algo que não poderia ter sido fácil para um Carpinteiro. Já que São José não aparece na vida pública de Nosso Senhor Jesus Cristo, em sua morte, ou ressurreição, muitos historiadores acreditam que José provavelmente havia morrido antes que Nosso Senhor Jesus iniciasse seu sacerdócio.


Celebramos dois dias festivos para São José: 19 de março para São José o Castissimo Esposo de Maria Santissima e 1 de maio para São José o Operario. 

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Papa São Pio V























       Miguel Guisleri foi uma figura de extrema importância para a vida da Igreja Católica. Nascido em Bosco Marengo na província da Alexandria, em 1504, aos quatorze anos ingressou na vida religiosa entrando na ordem dominicana.

        A partir daí a sua vida desenvolve-se, pois alcançaria rapidamente todos os degraus de uma excecional carreira. Foi professor, prior do convento, superior provincial, bispo de Mondovi e finalmente Papa, aos 62 anos, com o nome de Pio V.

     Promoveu diversas reformas na Igreja através do Concilio de Trento, como, por exemplo, a obrigação de residências para bispos, a clausura dos religiosos, o celibato e a santidade de vida dos sacerdotes, as visitas pastorais dos Bispos, o incremento das missões, a correção dos livros litúrgicos e a censura das publicações.

         A sua autoridade e prestígio pessoal impunham a sua personalidade de pulso firme e de atitudes rigorosas, como a que tomou em relação à invasão dos turcos, pondo fim aos seus avanços a 7 de outubro de 1571, na famosa batalha de Lepanto.

     Apesar do seu carácter marcante, apresentava sinais de um homem bondoso e condescendente para com os humildes, paterno, às vezes, e extremamente severo com aqueles que faziam parte do corpo da Igreja.

         Mesmo sabendo das consequências que sofreria a Igreja, não pensou duas vezes ao excomungar a rainha Elizabete I. Morreu em 1 de maio de 1572. A sua canonização chegaria em 1712 e a sua memória fixada a 30 de abril.


Fonte: http://evangelhoquotidiano.org/