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terça-feira, 14 de julho de 2015

"Casamento" gay: consequência da contracepção

contraception

Por Steve Skojec.


Nota do Editor: esta é uma republicação de um artigo de 2013 que antecipou a decisão da Suprema Corte Americana. Nós apresentamos para a sua reflexão, visto que prossegue o debate sobre esse tema.

Novamente, os defensores do "casamento" gay vêm ao debate insistindo que o casamento é um direito civil, o que é um sofisma. Essa suposição não seria possível se certas falácias lógicas não fossem generalizadas.

Primeiramente, há aí uma falsa compreensão de que o casamento é um direito. Casamento não é um direito - não para qualquer um - é uma permissão. A diferença entre liberdade e permissão não tem sido bem compreendida, uma maneira simples de distinguir um direito de uma permissão é que, no caso da segunda, você precisa de uma autorização para praticar o ato. Dirigir requer uma autorização. Começar um negócio requer uma autorização. Ser um barbeiro requer uma autorização. E, é claro, casar requer uma autorização.

sábado, 27 de junho de 2015

Considerações sobre os projetos de reconhecimento legal das uniões entre pessoas homossexuais

CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ

INTRODUÇÃO

1. Diversas questões relativas à homossexualidade foram recentemente tratadas várias vezes pelo Santo Padre João Paulo II e pelos competentes Dicastérios da Santa Sé.(1) Trata-se, com efeito, de um fenómeno moral e social preocupante, inclusive nos Países onde ainda não se tornou relevante sob o ponto de vista do ordenamento jurídico. A preocupação é, todavia, maior nos Países que já concederam ou se propõem conceder reconhecimento legal às uniões homossexuais, alargando-o, em certos casos, mesmo à habilitação para adoptar filhos. As presentes Considerações não contêm elementos doutrinais novos; entendem apenas recordar os pontos essenciais sobre o referido problema e fornecer algumas argumentações de carácter racional, que possam ajudar os Bispos a formular intervenções mais específicas, de acordo com as situações particulares das diferentes regiões do mundo: intervenções destinadas a proteger e promover a dignidade do matrimónio, fundamento da família, e a solidez da sociedade, de que essa instituição é parte constitutiva. Têm ainda por fim iluminar a actividade dos políticos católicos, a quem se indicam as linhas de comportamento coerentes com a consciência cristã, quando tiverem de se confrontar com projectos de lei relativos a este problema.(2) Tratando-se de uma matéria que diz respeito à lei moral natural, as seguintes argumentações são propostas não só aos crentes, mas a todos os que estão empenhados na promoção e defesa do bem comum da sociedade.