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quarta-feira, 30 de março de 2016
Cardeal Müller: "relação com Cristo sem conversão pessoal é impossível"
No livro "Informe sobre la esperanza. Diálogo con el cardenal Gerhard Ludwig Müller", publicado pela BAC, recorda que a Igreja sempre disse o que é verdadeiro e o que é falso, e critica os que usam frases soltas e fora de contexto do Papa Francisco para atentar contra a moral sexual católica.
(InfoCatólica) O Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé afirma que "justamente aqueles que até então não haviam mostrado nenhum respeito pela doutrina da Igreja, agora se utilizam de uma frase solta do Santo Padre - 'quem sou eu para julgar?' - tirada de contexto, para apresentar idéias incorretas acerca da moral sexual, sob uma pretensa interpretação do 'autêntico' pensamento do Papa sobre a questão".
sábado, 27 de junho de 2015
Considerações sobre os projetos de reconhecimento legal das uniões entre pessoas homossexuais
INTRODUÇÃO
1. Diversas questões relativas à homossexualidade foram recentemente tratadas várias vezes pelo Santo Padre João Paulo II e pelos competentes Dicastérios da Santa Sé.(1) Trata-se, com efeito, de um fenómeno moral e social preocupante, inclusive nos Países onde ainda não se tornou relevante sob o ponto de vista do ordenamento jurídico. A preocupação é, todavia, maior nos Países que já concederam ou se propõem conceder reconhecimento legal às uniões homossexuais, alargando-o, em certos casos, mesmo à habilitação para adoptar filhos. As presentes Considerações não contêm elementos doutrinais novos; entendem apenas recordar os pontos essenciais sobre o referido problema e fornecer algumas argumentações de carácter racional, que possam ajudar os Bispos a formular intervenções mais específicas, de acordo com as situações particulares das diferentes regiões do mundo: intervenções destinadas a proteger e promover a dignidade do matrimónio, fundamento da família, e a solidez da sociedade, de que essa instituição é parte constitutiva. Têm ainda por fim iluminar a actividade dos políticos católicos, a quem se indicam as linhas de comportamento coerentes com a consciência cristã, quando tiverem de se confrontar com projectos de lei relativos a este problema.(2) Tratando-se de uma matéria que diz respeito à lei moral natural, as seguintes argumentações são propostas não só aos crentes, mas a todos os que estão empenhados na promoção e defesa do bem comum da sociedade.
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