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quarta-feira, 30 de março de 2016
Cardeal Müller: "relação com Cristo sem conversão pessoal é impossível"
No livro "Informe sobre la esperanza. Diálogo con el cardenal Gerhard Ludwig Müller", publicado pela BAC, recorda que a Igreja sempre disse o que é verdadeiro e o que é falso, e critica os que usam frases soltas e fora de contexto do Papa Francisco para atentar contra a moral sexual católica.
(InfoCatólica) O Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé afirma que "justamente aqueles que até então não haviam mostrado nenhum respeito pela doutrina da Igreja, agora se utilizam de uma frase solta do Santo Padre - 'quem sou eu para julgar?' - tirada de contexto, para apresentar idéias incorretas acerca da moral sexual, sob uma pretensa interpretação do 'autêntico' pensamento do Papa sobre a questão".
domingo, 4 de outubro de 2015
O Lobby Gay dentro do Vaticano.
O mundo todo hoje fala de um padre polonês que se declarou gay. O padre se chama Charamsa e na foto acima aparece com seu namorado. Ele resolveu desafiar o Vaticano (a Igreja e o próprio Cristo).
Esse padre (?) tem um inimigo declarado que também é padre e também é polonês, é o Padre Dariusz Oko que costuma escrever sobre o que chama de "Homoheresia" e sobre o lobby gay dentro do Vaticano, infiltrado em altos cargos. Charamsa, por exemplo, trabalharia na Congregação para Doutrina da Fé.
O Padre Dariusz Oko deu uma entrevista para um site polonês e o blog Toronto Catholic Witness traduziu para o inglês. Na entrevista, o padre Dariusz reage aos ataques de Charamsa, explicando quem é Charamsa e falando sobre o lobby gay dentro do Vaticano.
Vou traduzir aqui apenas a última parte da entrevista em que o Padre Dariusz explica como padres tão perturbados chegam na mais alta hierarquia católica.
Q: Como se explica que um sacerdote com uma personalidade tão perturbada e uma concepção teológica, tão infantil poderia trabalhar por tantos anos nos altos escalões do Vaticano?
A: De uma forma semelhante que Arcebispos Juliusz Petz e Jozef Wesolowski trabalharam. Há essa parte da Igreja que está doente. Da mesma forma, pode-se perguntar como era possível que o Senhor Jesus tenha tolerado Judas no meio dos Apóstolos. Na esperança de que ele seria convertido? Judas como um dos doze apóstolos foi de 8,3 por cento. Dos trinta mil sacerdotes na Polônia, que é de dois mil e quinhentos provavelmente vivem como Judas, que cometem coisas terríveis, porque, infelizmente, essas coisas são possíveis. Mas devo sublinhar que o melhor e mais bela coisa que temos é a Igreja. Este é o maior dom que Deus nos deu, para o qual é preciso ser grato e devemos usá-la da forma mais bela quanto possível, para viver nesta Igreja.:
É uma entrevista sensacional. Leiam no site do Toronto Catholic Witness.
Padre Dariusz fala do ódio de Charamsa contra ele, explica que Charamsa se acha acima de Cristo, que Charamsa pensa que Jihad e as Cruzadas são ideologicamente idênticas. Além de muitas outras coisas estúpidas.
Uma parte interessante da entrevista é quando padre Dariusz diz que tem especial carisma para identificar quem está dentro da Igreja (como padres, bispos, etc.) mas que não tem fé em Cristo, ele cita vários casos de padres que acabaram abandonando a Igreja para serem budistas ou viver como gays.
Rezemos, os inimigos da Igreja estão também em grande parte dentro dela.
Diz-se que quando Napoleão ameaçou destruir a Igreja, o Papa Pio VII respondeu: "Oh pequeno homem, você acha que terá sucesso em realizar esse ato que há séculos muitos padres e bispos tentam e não conseguem?"
A Igreja sempre teve inimigos dentro dela. Eles são fortes. Rezemos e lutemos por Cristo.
(Agradeço a indicação da entrevista ao site Vox Cantoris)
Fonte:http://thyselfolord.blogspot.com.br/
sábado, 27 de junho de 2015
Considerações sobre os projetos de reconhecimento legal das uniões entre pessoas homossexuais
INTRODUÇÃO
1. Diversas questões relativas à homossexualidade foram recentemente tratadas várias vezes pelo Santo Padre João Paulo II e pelos competentes Dicastérios da Santa Sé.(1) Trata-se, com efeito, de um fenómeno moral e social preocupante, inclusive nos Países onde ainda não se tornou relevante sob o ponto de vista do ordenamento jurídico. A preocupação é, todavia, maior nos Países que já concederam ou se propõem conceder reconhecimento legal às uniões homossexuais, alargando-o, em certos casos, mesmo à habilitação para adoptar filhos. As presentes Considerações não contêm elementos doutrinais novos; entendem apenas recordar os pontos essenciais sobre o referido problema e fornecer algumas argumentações de carácter racional, que possam ajudar os Bispos a formular intervenções mais específicas, de acordo com as situações particulares das diferentes regiões do mundo: intervenções destinadas a proteger e promover a dignidade do matrimónio, fundamento da família, e a solidez da sociedade, de que essa instituição é parte constitutiva. Têm ainda por fim iluminar a actividade dos políticos católicos, a quem se indicam as linhas de comportamento coerentes com a consciência cristã, quando tiverem de se confrontar com projectos de lei relativos a este problema.(2) Tratando-se de uma matéria que diz respeito à lei moral natural, as seguintes argumentações são propostas não só aos crentes, mas a todos os que estão empenhados na promoção e defesa do bem comum da sociedade.
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