segunda-feira, 23 de maio de 2016
PROGRAMAÇÃO da Semana de Corpus Christi
sábado, 14 de maio de 2016
Domingo de Pentecostes
Epístola: Atos dos Apóstolos II, 1-11.
Tinham-se completado os dias de Pentecostes, e estavam todos os discípulos no mesmo lugar, quando, de repente, sobreveio do céu um estrondo, como de vento soprando impetuoso, que encheu toda a casa onde se encontravam. Em seguida, viram aparecer-lhes, semelhantes a fogo, línguas que se repartiam, pousando-se sobre cada um deles. Nisto, todos ficaram cheios do Espírito Santo, e começaram todos a falar em várias línguas, conforma o Espírito lhes concedia que se exprimissem. Ora, estavam presentes, em Jerusalém, Judeus, piedosos, vindos de todas as nações que há debaixo do céu. Logo depois do estrondo, acudiu muita gente, ficando pasmada, por cada um ouvir falar na sua própria língua! Estavam, assim, todos espantados perguntando-se, admirados: “Porventura, não são Galileus, todos estes que falam? Como é que então cada um de nós os ouve falar na própria língua materna? Partos, Medos e Elamitas; habitantes da Mesopotâmia, da Judéia, e da Capadócia; do Ponto e da Ásia, da Frigia e da Panfília, do Egito e das bandas da Líbia Cirenaica; Romanos de passagem, Judeus e prosélitos, Cretenses e Árabes, – nós (todos) os ouvimos exprimir, nas nossas mesmas línguas, as maravilhas de Deus!”
Evangelho de Jesus Cristo segundo São João XIV, 23-31.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará; e viremos até ele, e nele faremos a nossa morada. Quem não me ama, não observa as minhas palavras. E a palavra que ouvistes, não é minha, mas do Pai, que Me enviou. Eu disse-vos estas coisas, enquanto estive convosco. Porém, o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, Ele vos ensinará todas as coisas, e vos recordará tudo o que vos tenho dito. Deixo-vos a paz: dou-vos a minha paz; não vo-la dou como a dá o mundo. Que o vosso coração se não perturbe, nem assuste. Ouvistes o que Eu vos disse: Vou, mas regresso a vós. Se vós me amásseis, certamente havíeis de folgar de Eu ir para o Pai, porque o Pai é maior do que Eu. Disse-vo-lo agora, antes que suceda, para que, quando suceder, acrediteis. Já não falarei muito convosco, porque vem o Príncipe deste mundo, que nenhum poder tem sobre Mim; é, porém, necessário que o mundo reconheça que amo o Pai, e faço como o Pai me ordena.”
Traduções das leituras extraídas do Missal Quotidiano por Pe. Gaspar Lefebvre OSB (beneditino da Abadia de Santo André) – Bruges, Bélgica: Biblica, 1963 (com adaptações).
Neste domingo: Santa Missa Tradicional em Belém/PA - Forma Extraordinária do Rito Romano
10h30 - Oração do Santo Terço
11h00 - Santa Missa de Pentecostes
domingo, 8 de maio de 2016
sábado, 7 de maio de 2016
Neste domingo: Santa Missa Tradicional em Belém/PA
10h30 - Oração do Santo Terço
11h00 - Santa Missa da Ascensão de Nosso Senhor Jesus Cristo
sábado, 30 de abril de 2016
Neste domingo, Santa Missa Tridentina em Belém/PA
10h30 - Oração do Santo Terço
11h00 - Santa Missa em honra de São José Operário
sábado, 23 de abril de 2016
IV Domingo depois da Páscoa
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| "Porque, se eu não for, o Paráclito não virá a vós; mas se eu for, vo-lo enviarei" |
sexta-feira, 22 de abril de 2016
PROGRAMAÇÃO Santa Missa Tradicional em Belém/PA
segunda-feira, 18 de abril de 2016
O que é exatamente um tradicionalista?
Mas o que é exatamente um tradicionalista? Uma olhada no passado para vermos o modo como as coisas eram antigamente poderá ajudar a transmitir o significado do termo de maneira mais eficaz do que as tentativas habituais de uma definição formal:
• Antigamente não havia rito de Missa traduzido para as línguas vernáculas do mundo. Havia apenas o idioma litúrgico universal de uma Igreja perene, como podemos ver no Rito Romano imemorial, cujo desenvolvimento orgânico havia prosseguido quase imperceptivelmente desde o século V, ou nos veneráveis ritos orientais, quase tão antigos, que, em grande parte, escaparam ao furioso vandalismo litúrgico que devastou a liturgia principal da Igreja.
• Antigamente não havia altares-mesa no estilo luterano em nossas igrejas, mas somente altares-mores voltados para Deus, cuja própria aparência despertava o sentido de temor respeitoso e reverência nas pessoas.4
• Antigamente não havia leitores leigos, “ministros da Eucaristia” leigos ou meninas no presbitério, mas somente padres, diáconos a caminho do sacerdócio e os acólitos, que eram a fonte primária de geração após geração das vocações sacerdotais, que enchiam os seminários.
• Antigamente não havia música profana durante a Missa, mas somente canto gregoriano ou polifonia, despertando a alma para a contemplação do divino, em vez de batidas de pés, palmas ou puro tédio.
• Antigamente não havia abusos litúrgicos disseminados. No máximo, havia padres que celebravam a Missa tradicional de maneira deficiente, mas dentro de uma estrutura de rubrica, texto e música que, no entanto, protegia o seu mistério central de qualquer possibilidade de profanação e mantinha a dignidade suprema do culto divino contra a fraqueza humana.
• Antigamente não havia seminários vazios, conventos vazios, paróquias abandonadas e escolas católicas fechadas. Havia somente seminários, conventos, paróquias e escolas repletas de católicos fiéis provenientes de família numerosas.
• Antigamente não havia “ecumenismo.” Havia somente a convicção de que a Igreja Católica é a Igreja única e verdadeira, fora da qual não há salvação. Os católicos seguiam o ensinamento da Igreja que “[diz] que os fiéis não podem de maneira alguma assistir ativamente ou participar de qualquer culto de não-católicos,” e eles compreendiam, mesmo que somente de maneira implícita, aquilo sobre o qual o Papa Pio XI insistia: “Veneráveis Irmãos, é clara a razão pela qual esta Sé Apostólica nunca permitiu aos seus estarem presentes a reuniões de não-católicos: porquanto não é lícito promover a união dos cristãos de outro modo senão promovendo o retorno dos dissidentes à única verdadeira Igreja de Cristo, dado que outrora, infelizmente, eles se apartaram dela. Dizemos à única verdadeira Igreja de Cristo: sem dúvida ela é a todos manifesta e, pela vontade de seu Autor, Ela perpetuamente permanecerá tal qual Ele próprio A instituiu para a salvação de todos.”
• Antigamente não havia “diálogo.” Havia somente evangelização pelo clero e apologistas leigos com o objetivo de converter as pessoas à verdadeira religião. E havia os convertidos, que entravam para a Igreja em números tão grandes que parecia mesmo que os Estados Unidos estavam se tornando uma nação católica, uma vez que 30 milhões de americanos ouviam o programa de rádio de Dom [Fulton] Sheen todo domingo.
• Antigamente não havia defecções em massa do sacerdócio, das ordens religiosas e de leigos, levando à “apostasia silenciosa” na Europa e em todo o Ocidente. Em vez disso, havia aquilo que um Padre do Concílio Vaticano Segundo descreveu no início do Concílio: “a Igreja, não obstante as calamidades que grassam no mundo, está experimentando uma era gloriosa, se vocês considerarem a vida cristã do clero e dos fiéis, a propagação da fé, e a influência universal salutar que a Igreja possuía no mundo de hoje.”
• Antigamente não havia “Católicos Carismáticos,” “Neo-Catecumenais,” ou outros “movimentos eclesiais” promovendo novos modos estranhos de culto inventados por seus fundadores. Havia somente católicos, que praticavam o culto da mesma maneira que seus antepassados com continuidade inquebrável durante séculos.
• Antigamente não havia tradicionalistas, porque não havia necessidade de descrever qualquer católico com essa expressão. Todos os católicos aceitavam instintivamente o que uma série de papas havia prescrito como parte da própria profissão de nossa fé: “Admito firmemente e abraço as tradições apostólicas eclesiásticas e outras observâncias e constituições da Igreja.”
• Antigamente as coisas eram assim. E quando foi essa época passada de que escrevo? Isso não foi há séculos, nem mesmo há um século, ou mesmo uma única era, mas há meros cinqüenta anos, dentro da memória de vida de muitos milhões de católicos hoje em dia.
Então o que é um tradicionalista? Ele não é nem mais nem menos do que um católico que continua praticando a fé precisamente da maneira que a aprendeu em sua infância, ou que recebeu a mesma fé sem reconstrução de seus pais e que, em troca, a transmitirá a seus próprios filhos. Um tradicionalista, em outras palavras, é um católico que vive a fé como se as calamidades eclesiásticas da época pós-Vaticano II nunca tivessem acontecido – sem dúvida, como se o próprio Vaticano II nunca tivesse acontecido. E a verdade espantosa sobre o tradicionalista é que nenhuma doutrina ou regra disciplinar da Igreja o proíbe de acreditar e prestar culto a Deus dessa mesma maneira, muito embora a grande maioria de católicos não o faça mais.
O fato de existirem católicos que simplesmente continuaram crendo e prestando culto da maneira como os católicos sempre fizeram antes do Concílio, hoje em dia chamados de tradicionalistas — muitos de uma hora para outra em termos históricos —, e que a própria palavratradição agora distingue esses relativamente poucos católicos da vasta maioria dos membros da Igreja, é um sinal inegável de uma crise como nenhuma outra que a Igreja jamais testemunhou. Aqueles que negam esse fato teriam que explicar por que somente dentro dessa vasta maioria transformada, corretamente descrita como neo-católicos, a fé está constantemente perdendo o controle sobre as pessoas, e muitas delas estão caindo completamente na “apostasia silenciosa” que João Paulo II lamentou em anos recentes após saudar por tantos anos uma “renovação conciliar” que foi efetivamente um colapso maciço da fé e da disciplina. Particularmente, eles teriam que explicar por que é que somente dentro dessa vasta maioria de “Católicos do Vaticano II” encontramos:
• mais de um quarto de todos os casamentos que acabam em divórcio, com dez milhões de católicos divorciados e “recasados” no mundo todo, cujo adultério permanente o Cardeal Kasper deseja conciliar, com o aparente encorajamento do atual Papa reinante;
• nascimentos, batismos, casamentos sacramentais, conversões e freqüência à Missa diminuindo implacavelmente desde o Concílio;
• uma rejeição disseminada do ensinamento infalível da Igreja sobre assuntos fundamentais de fé e moral;
• uma perda repentina e dramática de vocações sacerdotais, deixando o sacerdócio católico ligeiramente menor hoje em dia do que estavaem 1970, e um declínio drástico no número de religiosos desde então, apesar do dobro da população mundial.
Eles teriam que explicar também por que é somente dentre a pequena minoria de católicos atualmente denominados tradicionalistas quenenhum desses sinais de declínio eclesiástico é evidente.
Em dias recentes, a crise eclesiástica que nos acompanha há mais de meio século parece ter atingido uma profundidade da qual não pode haver recuperação sem uma intervenção divina miraculosa. O mundo está cantando hosanas ao novo Papa, incentivando-o à conclusão final,per impossibile, do processo de autodemolição eclesial que Paulo VI passou seus últimos anos lamentando, embora ele mesmo o tivesse desencadeado. Ainda assim, o sistema neocatólico continua a sua marcha confiante para além do ponto sem volta, justificando todas as evidências de desastre, ao mesmo tempo em que tratam com condescendência os tradicionalistas como especialistas obstinados de nostalgia, cujas “sensibilidades” podem ser conciliadas, mesmo que eles não se preocupem mais com o futuro da Igreja. Porém, na verdade, os tradicionalistas são o futuro da Igreja, como a história de nosso tempo irá registrar quando for escrita.
O que é exatamente um tradicionalista? Ele é o que todo católico foi outrora, e será novamente quando a crise passar.”
(Christopher Ferrara, What Exactly Is A Traditionalist?)
sábado, 16 de abril de 2016
III Domingo depois da Páscoa
| “Ainda um pouco de tempo e não me vereis (…)” (Jo XVI, 16). |
Neste domingo, Santa Missa Tridentina em Belém/PA
10h30 - Oração do Santo Terço
11h00 - Santa Missa do III Domingo Depois da Páscoa
Local: Igreja do Rosário (Tv. Pe. Prudêncio, 337, entre Riachuelo e Aristides Lobo).
sábado, 9 de abril de 2016
II Domingo depois da Páscoa
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| "Eu sou o bom pastor. Conheço as minhas ovelhas e as minhas ovelhas conhecem a mim, dou a minha vida pelas minhas ovelhas" |
Continuação do Santo Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo Segundo São João (X, 11-16): Naquele tempo, disse Jesus: Eu sou o bom pastor. O bom pastor expõe a sua vida pelas ovelhas. O mercenário, porém, que não é pastor, a quem não pertencem as ovelhas, quando vê que o lobo vem vindo, abandona as ovelhas e foge; o lobo rouba e dispersa as ovelhas. O mercenário, porém, foge, porque é mercenário e não se importa com as ovelhas. Eu sou o bom pastor. Conheço as minhas ovelhas e as minhas ovelhas conhecem a mim, como meu Pai me conhece e eu conheço o Pai. Dou a minha vida pelas minhas ovelhas. Tenho ainda outras ovelhas que não são deste aprisco. Preciso conduzi-las também, e ouvirão a minha voz e haverá um só rebanho e um só pastor. ℟.Laus tibi, Christe.
Lefebvre, Dom Gaspar. Missal Quotidiano e Vesperal. Bruges, Bélgica; Abadia de S. André, 1960.
ORAÇÃO DIANTE DA CRUZ
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Eis me, aqui ó bom e dulcíssimo Jesus! De joelhos ante a vossa divina presença, eu Vos peço e suplico, com o mais ardente fervor de minha alma, que Vos digneis gravar em meu coração profundos sentimentos de fé, de esperança e de caridade, de verdadeiro arrependimento de meus pecados e vontade firmíssima de me emendar, enquanto com sincero afeto e íntima dor de coração considero e medito em vossas cinco chagas, tendo bem presentes aquelas palavras que o Profeta Davi já dizia de Vós, ó bom Jesus: Traspassaram as minhas mãos e os meus pés, e contaram todos os meus ossos. (Indulgência plenária para os que tendo feito a confissão e a comunhão, recitarem esta Oração diante de um Crucifixo, rezando pelas necessidades da Santa Igreja, ao menos um Pai Nosso, uma Ave Maria e o Gloria ao Pai. O Papa Pio XI concedeu ainda uma indulgência de 10 anos, cada vez que se rezar, de coração contrito, esta oração. 19 de janeiro de 1934.).
AMDG!
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Neste domingo, Santa Missa Tridentina em Belém/PA
10h30 - Oração do Santo Terço
11h00 - Santa Missa do II Domingo Depois da Páscoa
sábado, 2 de abril de 2016
I Domingo Depois da Páscoa - In Albis
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| Dominus meus et Deus meus! - Meu Senhor e meu Deus. |
Leitura da Epístola de São João Apóstolo (I São João V, 4-10). Amados Irmãos: porque todo o que nasceu de Deus vence o mundo. E esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé. Quem é o vencedor do mundo senão aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus? Ei-lo, Jesus Cristo, aquele que veio pela água e pelo sangue; não só pela água, mas pela água e pelo sangue. E o Espírito é quem dá testemunho dele, porque o Espírito é a verdade. São, assim, três os que dão testemunho: o Espírito, a água e o sangue; estes três dão o mesmo testemunho. Aceitamos o testemunho dos homens. Ora, maior é o testemunho de Deus, porque se trata do próprio testemunho de Deus, aquele que ele deu do seu próprio Filho. Aquele que crê no Filho de Deus tem em si o testemunho de Deus. Aquele que não crê em Deus, o faz mentiroso, porque não crê no testemunho que Deus deu a respeito de seu Filho. ℟. Deo gratias.
Regina Cœli - é uma antífona mariana que substitui o Angelus no Tempo Pascal. Também é cantada e/ou rezada no fim das Missas.
V.: Regina coeli, laetare, Alleluia:
R.: Quia quem meruisti portare, Alleluia:
V.: Resurrexit, sicut dixit, Alleluia:
R.: Ora pro nobis Deum, Alleluia.
V.: Gaude et laetare, Virgo Maria! Alleluia!
R.: Quia surrexit Dominus vere! Alleluia!
V.: Oremus:
Deus, qui per resurrectionem Filii tui, Domini nostri Iesu Christi,
mundum laetificare dignatus es:
praesta, quaesumus; ut per eius Genetricem Virginem Mariam,
perpetuae capiamus gaudia vitae.
Per eundem Christum Dominum nostrum.
R.: Amen!
Neste domingo, Santa Missa Tridentina em Belém/PA
quarta-feira, 30 de março de 2016
Cardeal Müller: "relação com Cristo sem conversão pessoal é impossível"
No livro "Informe sobre la esperanza. Diálogo con el cardenal Gerhard Ludwig Müller", publicado pela BAC, recorda que a Igreja sempre disse o que é verdadeiro e o que é falso, e critica os que usam frases soltas e fora de contexto do Papa Francisco para atentar contra a moral sexual católica.
(InfoCatólica) O Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé afirma que "justamente aqueles que até então não haviam mostrado nenhum respeito pela doutrina da Igreja, agora se utilizam de uma frase solta do Santo Padre - 'quem sou eu para julgar?' - tirada de contexto, para apresentar idéias incorretas acerca da moral sexual, sob uma pretensa interpretação do 'autêntico' pensamento do Papa sobre a questão".
sexta-feira, 25 de março de 2016
Santa Missa da Ressurreição
10h30 - Oração do Santo Terço
11h00 - Santa Missa da Ressurreição
quarta-feira, 16 de março de 2016
Palestra: O Santo Sudário à Luz da Ciência e da Fé
Todos estão convidados a participar da apresentação sobre
LOCAL: CATEDRAL DA SÉ (SALÃO DOS PONTIFICAIS)
HORÁRIO: 18H30
segunda-feira, 14 de março de 2016
Programação da Semana e do Domingo de Ramos
15/03 - 17/03 (terça a quinta-feira)
07h30 - Santa Missa
18/03 (sexta-feira)
16h30 - Via Sacra
17h - Santa Missa
19/03 (Sábado)
08h30 - Santa Missa em honra a São José.
20/03 (Domingo)
10h - Procissão e bênção dos ramos, seguida de Santa Missa do II Domingo da Paixão (Domingo de Ramos).
Local: Igreja do Rosário (Tv. Pe. Prudêncio, 337, entre Riachuelo e Aristides Lobo).
OBS.: Lembramos que já estão à venda os missais quotidianos da Santa Missa Tradicional, pelo valor de R$ 95,00.
















